Luz natural, espaços integrados, arte, memória e a liberdade de receber sem cerimônia traduzem o jeito carioca de viver na edição que aproxima a casa da paisagem e da cultura do Centro do Rio
Espaço de Cura de Natália Lemos
Uma casa aberta à luz, à conversa e às histórias de quem vive nela. Sofisticada nas escolhas, espontânea no uso, acolhedora tanto para reunir amigos quanto para desfrutar um momento de silêncio. O estilo carioca de morar se revela nessa combinação entre conforto, liberdade e personalidade: ambientes que aproximam interior e exterior, incorporam a natureza ao cotidiano e permitem que móveis de diferentes épocas, obras de arte, livros e objetos afetivos convivam com naturalidade.
Na CASACOR Rio 2026, esse olhar ganha interpretações que atravessam a vida urbana, a memória modernista e a cultura da cidade. Plantas integradas, cozinhas que se tornam lugares de estar, grandes janelas, jardins e materiais de presença tátil estão entre os elementos mais recorrentes dos projetos. Madeira, pedra, linho, palha e outras fibras encontram bases claras, tons terrosos e intervenções de cor. Ao lado da vocação para receber, aparece o desejo de recolhimento: suítes, espaços de cuidado e recantos de leitura dão lugar à pausa e aos pequenos rituais domésticos.
Essa relação entre casa e cidade acompanha a mostra desde sua criação, em 1991. Ao longo de sua trajetória, a CASACOR Rio apresentou diferentes leituras do morar e abriu ao público imóveis que ajudam a contar a história da arquitetura carioca, de palacetes e casas urbanas à Villa Aymoré. A valorização do design brasileiro, a transformação das cozinhas em espaços de convivência e a integração de funções fazem parte desse percurso.
“O jeito carioca de morar está no DNA da CASACOR Rio desde a primeira edição. Ele aparece na liberdade de misturar, na proximidade com a natureza, na importância da arte e nessa capacidade de receber com cuidado e sem cerimônia. Os projetos e as necessidades mudam, mas permanece o desejo de criar casas com personalidade, que acolham as pessoas e tenham uma relação verdadeira com a cidade”, comenta Patrícia Mayer, diretora da CASACOR Rio.
No ano em que celebra 35 anos, a mostra ocupa o Edifício Aliança da Bahia, construção modernista do início da década de 1960, recentemente revitalizada, no Centro do Rio. O endereço acrescenta novas referências a esse repertório: a paisagem construída, o patrimônio e a possibilidade de aproximar moradia, trabalho, cultura e encontros passam a participar da experiência de estar em casa.
“Ao longo desse tempo, a CASACOR Rio vem traduzindo para o mundo esse jeito de olhar para a casa com bossa. É uma sofisticação que permite estar à vontade, que aproxima o design da vida cotidiana e reconhece beleza nas histórias, nos encontros e nas misturas. Nesta edição, o Centro amplia esse olhar: sua arquitetura, sua produção cultural e sua paisagem entram nos ambientes e mostram quantas formas existem de viver o Rio”, afirma Patrícia Quentel, diretora da CASACOR Rio.
Ambientes que dão forma ao morar com bossa
No Estúdio 7, Amanda Miranda apresenta uma leitura urbana e afetiva do morar carioca, ancorada na vida cultural e na memória do Centro do Rio. A planta integrada acolhe trabalho, encontros, descanso e convivência, enquanto a combinação de mobiliário histórico e contemporâneo, obras de arte, livros e peças garimpadas constrói um espaço pessoal, aberto a diferentes ritmos de vida. A conexão com a cidade se estabelece pelas referências aos casarões, à azulejaria, às feiras e aos antiquários do entorno. Desse repertório nasce um modo de habitar marcado pela circulação, pela informalidade e pela presença das histórias que cada objeto carrega.
No Chez Patricia, o grande balcão e as mesas coletivas aproximam as pessoas e transformam o café em um lugar de encontros e conversas. Arte, música e vegetação compõem uma atmosfera descontraída, pensada para que os visitantes cheguem, permaneçam e aproveitem o momento. O projeto de Ana Cano e Daniel Marques Mendes também homenageia Patrícia Mayer e Patrícia Quentel, relacionando a trajetória das diretoras à hospitalidade que caracteriza o espaço. Entre experiências que se misturam e conversas que surgem espontaneamente, o ambiente traduz a leveza de receber com afeto.
Inspirada no morar carioca, a Livraria CASACOR, de Bianca Sieberer, traduz uma maneira leve, aberta e criativa de ocupar o espaço. A estante vazada preserva a entrada de luz natural pela fachada de vidro, enquanto o paisagismo à meia altura filtra a luminosidade e integra o interior à área externa de circulação e convivência. Cerâmica artesanal, mármores, couro vegetal, bordados feitos à mão e marcenaria em tons de madeira, azul e rosa constroem uma composição tátil e acolhedora. Mesas de formato orgânico, livros, obras autorais e o lustre original do edifício modernista acrescentam personalidade e conectam a proposta à memória do lugar.
Na Casa Abraço Deca, Cadé Marino parte da espontaneidade com que as pessoas ocupam a casa e fazem dos encontros uma extensão da rotina. O projeto volta o olhar para dentro e reúne cozinha, mesa e estar em uma sequência que favorece a convivência. “No Rio, é muito comum o encontro acontecer sem tanta formalidade: alguém passa na frente, toca a campainha, sobe, almoça, fica para conversar”, observa o arquiteto. Essa informalidade orienta a cozinha como coração da casa, enquanto formas curvas, madeira, vegetação e soluções Deca que combinam design e funcionalidade convidam à permanência. Receber, cozinhar, conversar e simplesmente ficar integram uma mesma experiência, construída em torno dos pequenos rituais cotidianos.
Primeiro ambiente do rooftop, o Bar do 19 marca a estreia da Capuri Arquitetura na CASACOR. O projeto parte da atmosfera descontraída dos bares cariocas e reúne materiais, obras de arte, peças de design e elementos garimpados em uma composição contemporânea. A relação com a paisagem do Centro reforça a vocação do espaço para os encontros, levando para o alto do edifício a sociabilidade que faz parte da vida da cidade. Drinques e cardápio assinados pelo Cooking Buffet completam a proposta, na qual arquitetura e gastronomia criam motivos para permanecer e compartilhar o momento.
Projetado pelo Studio CP/PF, de Claudia Pimenta e Patricia Franco, o Loft Travessia do CasaShopping se inspira no retorno de um casal ao Rio para criar uma casa de reencontro com a cidade. O living junto à janela valoriza a vista e incorpora a paisagem ao cotidiano. Curvas, formas circulares, pedra, madeira, linho e couro conectam os ambientes, enquanto móveis e tapetes delimitam os usos sem interromper a amplitude. A circulação livre permite que diferentes atividades aconteçam simultaneamente, em espaços que se adaptam à rotina dos moradores. A sofisticação convive com a informalidade em uma residência que acolhe novas experiências e memórias.
A arte de receber sem formalidade conduz o Prosa Carioca, de Fernanda Medeiros. O living foi pensado para conversas que se prolongam, com diferentes pontos de permanência e uma combinação de cores, estampas, livros, obras de arte e objetos que lhe confere a aparência de uma casa construída ao longo dos anos. Madeira, palhinha e plantas reforçam essa atmosfera vivida, enquanto referências ao Centro do Rio aproximam o interior da cidade. O projeto faz da convivência sua razão de ser: os assentos, os detalhes e o repertório afetivo convidam a chegar, encontrar um lugar e ficar.
Na Suíte Pausa, o escritório Fernando Lanner Arquitetura apresenta uma interpretação contemplativa e sofisticada do morar carioca, guiada pela integração entre arquitetura, natureza, matéria e luz. Painéis pivotantes revestidos de palha orgânica abrem o hall para a suíte e conduzem o olhar até o SPA e o paisagismo, concebido a partir da biofilia e da relação com o entorno. Madeira, couro, linho, juta, lã e fibras de folha de bananeira criam uma experiência tátil, acompanhada por uma paleta de verde, marrom, areia, amarelo e terracota. A luz filtrada pelo forro de linho, a ducha com efeito cascata, os tapetes e a curadoria de arte convidam a descansar, ler, tomar uma taça de vinho e acompanhar as mudanças da luminosidade ao longo do dia.
Na Casa Brastemp, assinada por Gisele Taranto, o morar carioca aparece em ambientes pensados para a convivência e para a conexão com o entorno. O amplo sofá modular ocupa o centro da área social e cria um ponto de encontro entre gerações, em referência à presença da marca em diferentes momentos da vida familiar. As janelas e a instalação artística permitem a entrada de luz natural, conferindo leveza ao conjunto. Jardim e horta orgânica aproximam o interior da natureza, enquanto peças contemporâneas, móveis de diferentes épocas, eletrodomésticos, arte e objetos afetivos imprimem personalidade. Design e tecnologia participam de uma casa que valoriza o conforto, a liberdade e os momentos compartilhados.
Inspirada nas lembranças de uma casa de infância, a Casa Una, de Jacira Pinheiro, articula afetividade e contemporaneidade. Paredes brancas e piso de porcelanato off-white de grande formato estabelecem uma base clara, contraposta à marcenaria autoral em MDF padrão nogueira, cuja tonalidade escura remete ao jacarandá e aos interiores modernistas. Tapetes em terracota aquecem a composição, enquanto uma parede verde na entrada acrescenta contraste e profundidade. Na sala, o quadro principal concentra a intensidade cromática e introduz leveza e personalidade. Um beija-flor surge como elemento simbólico, e uma grande estante reúne livros e objetos. Referências de Oscar Niemeyer, Joaquim Tenreiro e Sérgio Rodrigues convivem com antiguidades e soluções de construção a seco, compondo uma residência marcada pela memória e pela permanência.
Na Cozinha Infusão em Noz, de Juliana Acar e Flavia Dias Arquitetura, a área gourmet se transforma em lugar de estar. Uma ilha circular organiza o ambiente, aproxima quem cozinha de quem chega e cria diferentes possibilidades de convivência. Bancos, poltronas, objetos, livros e vegetação ajudam a compor uma cena doméstica que convida a participar do preparo, conversar e permanecer. A madeira e os tons de vinho, caramelo e dourado acrescentam calor e personalidade, enquanto pequenos elementos ligados aos rituais cotidianos reforçam o caráter afetivo. Cozinhar e compartilhar passam a fazer parte de uma experiência contínua, como extensão da vida social da casa.
Na Suíte Permanência, das arquitetas Izabela Lessa e Fernanda Zanetta, a cidade se manifesta também por meio da arte. O quadro que retrata o Museu de Arte Contemporânea de Niterói ganha protagonismo e estabelece uma ligação com a paisagem e os ícones da arquitetura fluminense. Ao lado da vista para o Palácio Gustavo Capanema, das demais obras, do design brasileiro e da combinação de madeira, pedra e tecidos naturais, a peça constrói um espaço que incorpora referências locais de maneira sutil. A proposta apresenta uma dimensão contemplativa do morar, na qual cultura, arquitetura, memória e paisagem participam da experiência de estar em casa.
No Bolhas Bar de Champagne, de Maurício Nóbrega Arquitetura, a relação com a cidade ganha uma interpretação urbana, ao ar livre e ligada ao prazer de contemplar a paisagem. No rooftop, pequenos lounges organizam o espaço para conversas e encontros diante da vista do Centro. A inspiração nas casas de praia é reinterpretada por meio do bambu, dos estrados, dos tecidos claros e da vegetação, que transportam uma sensação de descontração para o contexto urbano. Aproveitar o clima, a vista e a companhia orientam a experiência, transformando o espaço externo em lugar de convívio e celebração.
No Espaço de Cura, Natália Lemos desenvolve uma leitura sensorial e acolhedora do morar carioca, organizada em torno da convivência, do autocuidado e dos materiais naturais. Sala, cozinha, quarto e banheiro formam um loft integrado, em que brises pivotantes estabelecem diferentes graus de privacidade sem interromper a continuidade visual. Pedra, mármore bruto, madeira de nogueira, argila e texturas rústicas evocam o percurso mineral da água termal Avène, enquanto rosa-claro, terracota e bege compõem uma atmosfera suave e terrosa. Ícones do modernismo brasileiro, design contemporâneo, peças garimpadas, livros, objetos e obras de arte acrescentam memória e personalidade a um espaço concebido para a pausa, o encontro e a recuperação das energias.
No Casarão Senta, Teresa!, Paula Müller propõe uma leitura urbana, boêmia e afetiva do morar carioca, inspirada na história, na produção cultural e no patrimônio de Santa Teresa. O living evoca uma residência formada ao longo do tempo, em que objetos, música e marcas de uso constroem uma sensação de pertencimento. A madeira, o piso em tábuas corridas, o tapete inspirado em ladrilhos hidráulicos e as referências aos antigos forros de lambri acrescentam textura e memória. Uma jardineira suspensa introduz o jardim no ambiente, enquanto peças de design contemporâneo convivem com referências domésticas e históricas em um espaço acolhedor, pessoal e conectado à cidade.
Na Casa Glade, do escritório PN+ | Paula Neder Arquitetura, tons claros e naturais estruturam a decoração, com piso de porcelanato cor de areia e marcenaria no padrão carvalho. No teto, a tinta Couro Amarelado, um bege da Coral, introduz uma camada de cor, enquanto os planos superiores das sancas recebem papel de parede com textura inspirada em elementos naturais. O verde aparece sobretudo no tapete do estar, na mesa, nas cadeiras de jantar e nas plantas, acompanhado por pontos de terracota. As cores e texturas conferem profundidade à base neutra e criam uma atmosfera acolhedora, sofisticada e despojada.
Receber sem cerimônia é uma das ideias que orientam o Entre Olhar & Sentir, de Pedro Coimbra. Totalmente integrado, o espaço reúne estar, sala de jogos, jantar e bar aberto, criando uma dinâmica livre e descontraída. As janelas amplas aproximam interior e exterior e, junto ao paisagismo, incorporam a natureza à casa. A composição valoriza a mistura de tempos e referências, com peças contemporâneas, objetos de garimpo e uma seleção expressiva de obras de arte. Sem divisões rígidas, as pessoas podem circular, se encontrar e permanecer de diferentes maneiras. O cuidado com os detalhes acompanha essa liberdade, em uma casa que convida à conversa e à convivência.
No Loft Pilotis, Rafael Ramos apresenta uma leitura urbana e afetiva do morar carioca, ancorada na memória modernista e na relação com o Centro do Rio. Cozinha, estar e jantar formam uma ampla área social integrada, organizada pelos pilares existentes e pensada para a convivência. O sofá modular em U configura um núcleo dedicado à conversa. A madeira de nogueira, presente no piso, nos painéis e na marcenaria, aquece a base de tons claros, cinza-grafite e preto, pontuada pelo vinho profundo do sofá e pelo verde-escuro do banheiro. Peças de Sérgio Rodrigues convivem com design contemporâneo, livros, objetos e obras de arte em uma casa construída por camadas de memória. O Palácio Gustavo Capanema orienta a ideia de uma residência leve, conectada à cidade e às possibilidades de habitar o Centro.
No Estúdio Orbe, Raphael Assaf trabalha a fluidez, a luz e a composição afetiva em uma proposta urbana e sofisticada. Sala, cozinha, quarto e banheiro se organizam em uma planta integrada, com piso contínuo, enquanto a divisória de tijolos de vidro preserva a permeabilidade visual e conduz a iluminação natural da fachada até o estar. À base de inspiração modernista, composta por concreto, vidro, porcelanato, placas cimentícias e quartzito, somam-se madeira escura, tecidos, tapeçarias e obras entalhadas. Cinza, terracota, verde, rosa e vermelho participam de uma composição que reúne design brasileiro contemporâneo, tapete iraniano, arte e uma obra vintage de origem afetiva. Essas camadas acrescentam acolhimento e suavizam a austeridade da arquitetura.
Na Casa de Memórias, de Sebastian Gomez Arquitetura, passado e presente convivem de maneira natural. O cobogó curvo de madeira, as peças autorais, o design brasileiro e a presença do jardim compõem uma casa que incorpora lembranças a uma experiência contemporânea. A relação entre arquitetura, arte, materiais naturais e vegetação reforça a proximidade entre interior e exterior. Diferentes tempos, matérias e histórias se encontram com espontaneidade, em uma proposta que reconhece na memória uma possibilidade de criar novos usos e combinações para o cotidiano.
No Recôndito Remanso, o estilo carioca é compreendido a partir da liberdade de viver a casa: aproximar o íntimo e o coletivo, equilibrar privacidade e abertura e valorizar luz e ventilação naturais. Os objetos procuram despertar memória, acolhimento e familiaridade. Em parceria com a Afeto Puro Design, da psicóloga e psicanalista Ana Carolina Costa, o projeto explora estratégias para construir a sensação de pertencimento. A marca assina a curadoria e a narrativa sensorial e afetiva, com as estantes autorais Hedonia e Philos e uma fragrância desenvolvida especialmente para o ambiente. A proposta reconhece também a necessidade de recolhimento, de um remanso onde seja possível resgatar as próprias origens. Obras de arte e objetos incorporam elementos da cultura local a uma arquitetura atenta à relação com quem a habita.
Assinado pelo STUDIOPLANO Arquitetura, o loft Casa Co/Existir reúne ambientes integrados e arejados, circulação livre e materiais como madeira, linho e pedra, acompanhados pela presença de plantas. A paleta neutra estabelece uma relação com a natureza, do piso em padrão travertino, em tom areia, às marcenarias amadeiradas em tonalidades claras e escuras. A poltrona de Percival Lafer, estofada em tecido cor de tijolo, introduz um ponto de cor e reforça a atmosfera elegante e despojada. A continuidade dos espaços favorece uma ocupação espontânea, em que conforto e convivência orientam a experiência doméstica.
No Loft Entreatos, Tiago Freire combina sofisticação, acolhimento e naturalidade em diálogo com a arquitetura moderna brasileira. Diante do Palácio Gustavo Capanema, o ambiente valoriza a integração dos espaços, a escala humana e a relação com o entorno. A planta aberta e as grandes janelas incorporam luz natural e paisagem urbana ao cotidiano, enquanto o parquet e os materiais naturais conferem continuidade, textura e memória. A curadoria de mobiliário e arte reúne diferentes gerações e linguagens de artistas brasileiros, aproximando tradição e contemporaneidade. Orientado pelos pilares Tempo, Matéria e Presença, o projeto valoriza o café, a leitura, a música e a conversa. O conforto e a liberdade de estar à vontade dão espaço ao principal luxo proposto pela casa: o tempo vivido com qualidade.
A CASACOR Rio de Janeiro 2026 tem Patrocínio Master Deca, Tinta Oficial Coral, Patrocínio Local Brastemp, Fragrância Oficial Glade, Apoio Local Portinari, Shopping Oficial CasaShopping, Fornecedor Oficial ALA, Hotel Oficial Fairmont Rio de Janeiro Copacabana, Parceiro de Tecnologia Claro, Patrocínio Institucional CAU/RJ, Apoio Institucional Prefeitura do Rio – Cultura e Visit Rio e Parceiro de Mídia O Globo.
SERVIÇO – CASACOR Rio de Janeiro 2026
Onde: Edifício Aliança da Bahia, Rua Araújo Porto Alegre, 36, Centro, Rio de Janeiro – RJ
Quando: de 15 de setembro a 8 de novembro de 2026
Horário de funcionamento: de terça a domingo, das 12h às 22h
Horário da bilheteria: de terça a domingo, das 12h às 20h
Feriados: abertura excepcional nas segundas-feiras 12 de outubro e 2 de novembro
Bilheteria digital: https://appcasacor.com.br/
Valores dos ingressos: R$ 120,00 (inteira) e R$ 60,00 (meia-entrada).
Meia-entrada
– Idoso a partir de 60 anos.
– Estudante, apresentando documento válido com foto ou comprovante de pagamento.
– PCD (pessoa com deficiência) e seu acompanhante (conforme a Lei nº 12.933/2013).
– Professor da rede pública ou privada, apresentando documento válido com foto.
A promoção de pré-venda não é válida para meia-entrada. A comprovação será exigida na entrada.
Importante: gratuidade para crianças de até 10 anos, mediante comprovação.
Um mesmo CPF pode comprar no máximo 10 ingressos.
Venda para grupos: para compras acima de 10 ingressos ou por CNPJ, envie um e-mail para daniele@tresplus.com
Estacionamento
Não há estacionamento próprio.
Sobre a CASACOR
A CASACOR Rio de Janeiro é uma das mais completas plataformas culturais de arquitetura, paisagismo e design de interiores das Américas. O evento reúne, anualmente, renomados arquitetos, decoradores e paisagistas e, em 2026, chega à sua 35ª edição no Rio de Janeiro, no Edifício Aliança da Bahia.
Crédito: André Nazareth
Texto: Fernanda Gmeiner
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